Arquitetura de interiores autoral: entre o concreto aparente e as linhas limpas do modernismo mineiro, e a materialidade quente de quem vai viver ali todos os dias.
"Cada projeto começa por uma pergunta: o que essa casa já sabe sobre quem vai morar nela?"
Marina Kessler, fundadora da CEREJENão é sobre seguir tendência de vitrine. É sobre um jeito de desenhar que carrega herança, uso real e material que envelhece bem.
Cada planta nasce do jeito de morar de quem vai viver ali, não de um catálogo pronto de referências.
Linhas limpas e concreto aparente vindos da escola mineira, sem virar cópia fria de referência de revista.
Madeira, latão e pedra entram para dar peso e memória a um ambiente que, sem isso, ficaria só bonito.
A gente atravessa a obra junto, não solta o projeto pronto na porta e desaparece.
Uma seleção de ambientes assinados pela CEREJE: fachadas, salas, cozinhas e detalhes que só fazem sentido dentro da casa onde nasceram.
A gente manda por WhatsApp, com planta e memorial de acabamento.
Madeira, latão, pedra e travertino: o vocabulário de acabamento que aparece, em doses diferentes, em todo projeto CEREJE.
Quatro fases, sempre nessa ordem, para nenhuma decisão importante ficar pra resolver na obra.

A gente entende como você mora, quem divide o espaço e o que já funciona, antes de desenhar qualquer parede nova.

Um partido claro nasce cruzando referência, uso real do dia a dia e orçamento, não achismo.

Toda decisão sai no papel, sem buraco pra improviso na obra.

Acompanhamento técnico até a chave virar de verdade.
Volumetria, luz e material são testados em visualização antes de qualquer decisão virar demolição ou compra.
Toque nos ícones para ver como a gente organiza referência e entrega ao longo do projeto.
Cada imagem de inspiração que você curte no processo fica salva no seu material de referência.
toque para favoritarRevele o acabamento final por cima da planta original e entenda a transformação em cada módulo.
toque para revelarAo final da fase de conceito, você recebe um book com plantas, moodboard e memorial descritivo.
toque para simular
Formada em Belo Horizonte, com raízes no modernismo mineiro e na Pampulha. Hoje projeta residências e espaços comerciais leves, cruzando essa herança com materialidade quente.
Marina começou olhando o concreto aparente e as curvas de Belo Horizonte antes de aprender a desenhar uma planta baixa. Essa herança nunca saiu do trabalho: linhas limpas, estrutura à mostra, e um respeito grande por material que envelhece bem.
Hoje a CEREJE projeta casas e espaços comerciais leves para quem quer um ambiente com identidade própria, não um catálogo de tendência aplicado sem filtro.
Três perguntas rápidas para chegar numa direção real de projeto, com mensagem pronta pra continuar a conversa no WhatsApp.
Conte um pouco do ambiente que você quer transformar. A gente responde no mesmo dia com os próximos passos.